Serão
tempos difíceis afirmam os especialistas. No aspecto econômico isso é certo, dólar
em alta, bolsas de valores em baixas. Fronteiras sendo fechada, diminuição do
fluxo de pessoas. Acredito que a maioria dos brasileiros não está interessada
nesse assunto, deixe isso para os investidores e os analistas econômicos. As
incertezas dos mercados já são comuns, devido às turbulências políticas. Não podemos nos fixar nos aspectos econômicos
que tende a se agravar por conta dessa
pandemia que coloca o mundo em alerta. Como
já sabemos, esse vírus teve origem na China e se espalhou por todos os
continentes, por isso que a OMS (Organização Mundial da Saúde) classificou como
pandemia.
Não
sou economista e nem especialista em saúde para dar detalhes técnicos sobre o
assunto. Sou um cidadão, assim como todos, um pouco apreensivo com os fatos e
com tudo vem acontecendo. E como cidadão tenho as minhas responsabilidades,
pois vivendo em sociedade onde cada um tem que fazer a sua parte.
São esses momentos, são nos momentos difíceis
que temos que mostrar a nossa humanidade, como povo e como nação. Cuidar um do outro, lembrando o lema da
Campanha a Fraternidade desse ano. O cuidar, sentir as dificuldades do outro,
estar sempre à disposição para ajudar. Ter sempre em mente que dependemos um do
outro, e as dificuldades nos mostra o quanto somos fortes.
Mas
infelizmente, muitos não entendem assim e coloca os seus interesses individuais
acima dos interesses coletivos. É nesse momento que também aparecem os
espertalhões, aquele que gosta levar vantagens em tudo, aproveitando momentos
como esse para lucrar em meio ao sofrimento e o desespero.
Estamos
assistindo pelos noticiários muitas informações sobre esse assunto.
Compartilhamos pelas redes sociais todo o peso desse momento. E aí surgem inúmeras
teorias que tentam explicar tudo isso que está acontecendo. Não importa às teorias conspiratórias, o vírus
está infectando e mantando pessoas pelo mundo. O que temos que fazer é unir
forças, comprometendo com a vida de cada um. Sem egoísmo, sem partidarismo,
pensando realmente no bem comum. A melhor coisa a fazer é seguir as
recomendações dos especialistas. Essas que todos nós já sabemos e temos que por
em prática. Sabemos que não está sendo fácil ouvir e ver tantas notícias desoladoras
e saber que isso já faz parte da nossa realidade.
Todos
conscientes nessa travessia, sabemos que depois da tempestade o sol sempre
volta a brilhar. Que essas dificuldades reforcem e renasça em nós o sentido de
humanidade. E que a paz, a esperança e o amor reinem em nossos corações.
Luiz Carlos de Proença
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