sábado, 17 de abril de 2021

Solidariedade e cuidado

 

Serão tempos difíceis afirmam os especialistas. No aspecto econômico isso é certo, dólar em alta, bolsas de valores em baixas. Fronteiras sendo fechada, diminuição do fluxo de pessoas. Acredito que a maioria dos brasileiros não está interessada nesse assunto, deixe isso para os investidores e os analistas econômicos. As incertezas dos mercados já são comuns, devido às turbulências políticas.  Não podemos nos fixar nos aspectos econômicos que  tende a se agravar por conta dessa pandemia que coloca o mundo em alerta.  Como já sabemos, esse vírus teve origem na China e se espalhou por todos os continentes, por isso que a OMS (Organização Mundial da Saúde) classificou como pandemia.

Não sou economista e nem especialista em saúde para dar detalhes técnicos sobre o assunto. Sou um cidadão, assim como todos, um pouco apreensivo com os fatos e com tudo vem acontecendo. E como cidadão tenho as minhas responsabilidades, pois vivendo em sociedade onde cada um tem que fazer a sua parte.

 São esses momentos, são nos momentos difíceis que temos que mostrar a nossa humanidade, como povo e como nação.  Cuidar um do outro, lembrando o lema da Campanha a Fraternidade desse ano. O cuidar, sentir as dificuldades do outro, estar sempre à disposição para ajudar. Ter sempre em mente que dependemos um do outro, e as dificuldades nos mostra o quanto somos fortes.

Mas infelizmente, muitos não entendem assim e coloca os seus interesses individuais acima dos interesses coletivos. É nesse momento que também aparecem os espertalhões, aquele que gosta levar vantagens em tudo, aproveitando momentos como esse para lucrar em meio ao sofrimento e o desespero.

Estamos assistindo pelos noticiários muitas informações sobre esse assunto. Compartilhamos pelas redes sociais todo o peso desse momento. E aí surgem inúmeras teorias que tentam explicar tudo isso que está acontecendo.  Não importa às teorias conspiratórias, o vírus está infectando e mantando pessoas pelo mundo. O que temos que fazer é unir forças, comprometendo com a vida de cada um. Sem egoísmo, sem partidarismo, pensando realmente no bem comum. A melhor coisa a fazer é seguir as recomendações dos especialistas. Essas que todos nós já sabemos e temos que por em prática. Sabemos que não está sendo fácil ouvir e ver tantas notícias desoladoras e saber que isso já faz parte da nossa realidade.

Todos conscientes nessa travessia, sabemos que depois da tempestade o sol sempre volta a brilhar. Que essas dificuldades reforcem e renasça em nós o sentido de humanidade. E que a paz, a esperança e o amor reinem em nossos corações.

 

 Luiz Carlos de Proença

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