Os traços deixados
de lado, lápis e pincéis e o contorno da fragilidade humana no painel do
imaginário. O magistral e a beleza sinfônica dos cantos e canções, dos versos e
palavras e o sublime arrebatador silêncio da alma. No momento se faz presente, no instante se faz ausente
caminhando pelas veredas do infinito, semeando alma nos quintais da vida. O sol
quer uma fresta e pede licença para brilhar em meio à tempestade, sua luz
aquece mentes atrofiadas e corações dilacerados. Mansamente rema-se em águas
tranquilas e profundas, extasiam-se pelos momentos e apaixona-se pelos
instantes. Inquietamente vagam-se entre flores e espinhos e pede ao silêncio um
pouquinho de paz para contemplar o êxtase da alma.
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