sábado, 1 de fevereiro de 2014

Os traços deixados de lado, lápis e pincéis e o contorno da fragilidade humana no painel do imaginário. O magistral e a beleza sinfônica dos cantos e canções, dos versos e palavras e o sublime arrebatador silêncio da alma. No momento se faz presente, no instante se faz ausente caminhando pelas veredas do infinito, semeando alma nos quintais da vida. O sol quer uma fresta e pede licença para brilhar em meio à tempestade, sua luz aquece mentes atrofiadas e corações dilacerados. Mansamente rema-se em águas tranquilas e profundas, extasiam-se pelos momentos e apaixona-se pelos instantes. Inquietamente vagam-se entre flores e espinhos e pede ao silêncio um pouquinho de paz para contemplar o êxtase da alma.

http://24.233.183.33/cont/login/Index_Piloto.jsp?ID=bv24x7br

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado por deixar seu comentário, visite outras vezes

Ao sabor de um cálice de silêncio

  Na beira de um riacho observando o fluir das águas e o voar das borboletas num exuberante colorido. Um insight como uma noite escura, como...