Sonhando ainda o mundo e suas aflições nos becos
e favelas num romance sobre os vendavais. Os traços deixados de lado, lápis e
pincéis e o contorno da fragilidade humana no painel do imaginário. O magistral
e a beleza sinfônica dos cantos e canções, dos versos sem palavras e o sublime
arrebatador silêncio da alma. Percebe agora a força que move e ao mesmo tempo
essa mesma força paralisa e age sem obedecer qualquer ordem, impulsionando planetas
e semeando alma nos quintais da vida. O sol quer uma fresta e pede licença para
brilhar em meio à tempestade, sua luz aquece mentes atrofiadas e corações
dilacerados. Mansamente rema-se em águas tranquilas e profundas extasiam-se
pelos momentos e apaixona-se nos instantes.
Inquietamente vagam-se entre flores e espinhos e pede ao silêncio um
pouquinho de paz para contemplar o êxtase da alma.
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Luiz
Carlos de Proença

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