quarta-feira, 27 de junho de 2012

Fragmentos em palavras

         "Quem me dera ao menos uma vez acreditar por um instante em tudo que existe e acreditar que o mundo é perfeito que todas as pessoas São felizes...” Esses são versos da canção denominada Índios da Legião Urbana. Pressupõe que o mundo perfeito seja a plena felicidade que todos buscam, mas a encontra “essa tal de felicidade” (nome de uma canção de Ti Maia). Porque a gente adia sempre essa busca, dizendo coisas como, eu quero ser feliz, eu serei feliz um dia. Até parece que a felicidade é algo inalcançável, pois sempre está no futuro e um futuro que nunca chega. Ou não se sabe o que é realmente felicidade por isso acredita-se que ela está sempre por vir. É uma espera de algo que não se sabe, não se vive e não se viveu, é uma espera. Talvez seja o momento, e esse seja o agora. O momento agora em que vivo esperando ser feliz um dia, sabe lá quando. É tão vago esse conceito de felicidade, mas não há uma explicação ou será que há? O que existe mesmo é inúmeras frases feitas retratando esse assunto. “A felicidade é um estado de espírito”, ou ainda “ninguém é feliz por completo” e outras tantas.

            A revolução começa dentro de nós. Então sejamos a mudança que o mundo precisa. Não somos aquilo que temos ou acumulamos, mas sim, aquilo que verdadeiramente somos. Basta lembrar a todo o momento que somos todos iguais. Não, não basta apenas lembrar, é preciso vivenciar. Ouvimos repetidas vezes que somos todos irmãos, Mas, porque então há tantas diferenças, tantas desavenças? Poucos com muito e muitos com pouco. Há mesas fartas e tantas com migalhas, podem até dizer em forma de justificava: sempre foi assim  e isso justifica o nosso comodismo.

            Muito já se escreveu sobre o ser humano e tudo que o envolve. Já se sabe que o ser humano é dotado de múltiplas inteligências, não vou entrar em detalhe, não é o caso nesse momento. Acredito que todos já ouviram falar em QI, que é o cociente de inteligência e a Inteligência emocional Daniel Goleman, QE. A inteligência racional e a inteligência emocional e também a inteligência espiritual. Essa última procura dar um sentido para vida. Algo que o motive e faça acreditar que a vida vale apena que tudo é parte de tudo e tudo está contido no todo e em tudo que o envolve e desenvolve. Somos um e ao mesmo tempo somos todos, o grande complexo e a profundidade do próprio ser.

Luiz Carlos de Proença

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