Meu passatempo preferido é uma boa leitura. Pensando bem em que acabei de escrever, que absurdo. Olha, não parece ser tão absurdo assim. Muitos leem por passatempo mesmo, veja só o curioso nisso: Esse tal passatempo vira uma rotina, a rotina deixa de ser rotina para ser um hábito, “menos mau”. A palavra hábito soa como uma obrigação, uma “coisa” mecânica que muitas vezes se faz por fazer. Mas, o bom está por vir. O passatempo se transforma em rotina, a rotina vira hábito, e por último, tudo isso se transforma em gosto, em prazer. Um texto traz em seu bojo uma mensagem seja lá qual for, mas não deixa de ser uma mensagem. Qual o objetivo do texto? O que levou a escrever tal texto? Entendo que é para alguém ler. Acredito que nada é feito apenas por fazer. O que levou a tal e em que circunstância tal coisa foi feita. O texto e o contexto. O que está por detrás dos fatos? Porque os conflitos nos paises árabes e norte da África? Será que os conflitos acontecem apenas por passatempo? É claro que ninguém por mais ingênuo que seja pensaria assim. Você já deve ter ouvido falar que tudo tem dois lados. Uma notícia, por exemplo, cada um lê e interpreta segundo a ótica que lhe é conveniente. Na política sempre a oposição lê a situação com críticas e muitas delas infundadas, enquanto a situação vangloria dos feitos. Tudo tem um razão de existir, acredito que nada acontece por acaso.
Luiz Carlos de Proença
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