Juntei estrelas numa noite qualquer
Mergulhei no vazio de minhas entranhas.
Perguntei ao mundo: por que a dor?
E o mudo me ignorou.
Então, sai à procura de respostas.
Tateando as noites escuras e em
Cada silêncio um pouco de cada momento
Num instante de um dia inteiro
Sangrei a pele ferida e joguei ao vento
Folhas mortas e palavras vazias
E de repente o desconhecido bateu a porta
E no dissabor das aventuras que não vivi
Ficaram os resquícios de algo, que nem sei o que.
Não conheço este mundo, não pertenço a ele.
Sou qualquer em qualquer caminho.
Sou um nada em busca do tudo.
E sobre as orquídeas a vida em efervescência
Numa instigante viagem.
O que há do lado de lá?
O escuro da noite talvez!
E tudo se desfaz sob os olhares enfáticos das lágrimas
Absurdas daquele momento que não passou.
Não sinto o sabor da essência das flores embalsamadas
No subterrâneo do desejo reprimido.
E as láureas se esvaem em plumas esfuziantes ao
Encontro dos anjos benevolentes de asas feridas
Que infinda o alvorecer de um ínfimo instante.
Luiz Carlos de Proença
Mergulhei no vazio de minhas entranhas.
Perguntei ao mundo: por que a dor?
E o mudo me ignorou.
Então, sai à procura de respostas.
Tateando as noites escuras e em
Cada silêncio um pouco de cada momento
Num instante de um dia inteiro
Sangrei a pele ferida e joguei ao vento
Folhas mortas e palavras vazias
E de repente o desconhecido bateu a porta
E no dissabor das aventuras que não vivi
Ficaram os resquícios de algo, que nem sei o que.
Não conheço este mundo, não pertenço a ele.
Sou qualquer em qualquer caminho.
Sou um nada em busca do tudo.
E sobre as orquídeas a vida em efervescência
Numa instigante viagem.
O que há do lado de lá?
O escuro da noite talvez!
E tudo se desfaz sob os olhares enfáticos das lágrimas
Absurdas daquele momento que não passou.
Não sinto o sabor da essência das flores embalsamadas
No subterrâneo do desejo reprimido.
E as láureas se esvaem em plumas esfuziantes ao
Encontro dos anjos benevolentes de asas feridas
Que infinda o alvorecer de um ínfimo instante.
Luiz Carlos de Proença
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