São muitos os assuntos que me atrai, desde política passando pela
economia e tudo que envolve e aflige o nosso cotidiano. Tudo isso está inserido
no dia-a-dia de cada um, mesmo não tendo consciência disso. Entro no campo
político quando reivindico melhorias para a comunidade, questiono as ações dos
nossos parlamentares. Alguém pode me perguntar: Mas isso é questão de cidadania,
concordo. Ser cidadão é assumir a nossa condição política e não simplesmente
filiar a um partido político, muitas vezes para levar algumas vantagens. Não
estou falando nenhuma bobagem, todos sabem que é assim que funciona o sistema. Não
vamos ser ingênuo de acreditar que todos os benefícios que recebemos é graça a
bondade de nossos governantes.
Assim como posso exercer minha condição política, sem praticar a
política partidária, e assim ser um cidadão atuante. Não sei quem falou que a
verdadeira caridade só pode ser concretizada através da política.
Foi noticiado em todos os jornais, que a PNUD órgão da ONU aponta
que o IDH municipal cresceu 47,5% em 20 anos. “País estava no nível 'muito baixo' de
desenvolvimento humano em 1991. Com resultado de 2010, divulgado nesta segunda
(29/07), saltou para um nível 'alto”, concluiu o noticiário. Esses resultados são resultantes da política
econômica iniciada no governo Fernando Henrique que continuou no governo Lula.
Junto com a política econômica está a política social com o programa de
transferência de renda, através do bolsa família.
Sempre me questionei sobre essa disparidade em que vive a nossa
sociedade, que ainda continua desigual. Imagine como era o cenário há 20 anos?
No final dos anos 80, escolhemos pela primeira vez o presidente da República.
Ainda pairava sobre os ares a imagem e a mensagem de tempo difícil, vivíamos
sobre a égide da ditadura e a herança desse tempo era terrível.
E lá pensava e perguntava aos meus botões: Porque o governo não
faz nada para melhorar a vida dessa população? Pois, ele tem meio e tem o
poder. Infelizmente tudo sempre estoura
do lado mais fraco. É ele que tem o poder nas mãos, isso é pura verdade. Será?
O poder emana do povo, acredita-se que sim.
O Índice de desenvolvimento humano melhorou nessas duas décadas,
não sou eu que estou afirmando, são os números que estão mostrando isso. A melhora foi em decorrência do crescimento econômico
e do programa social lançado pelo governo federal que beneficia famílias que
viviam abaixo da linha da pobreza, afirmam os analistas.
Luiz Carlos de Proença
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