Para a situação tudo está certo.
Para a oposição tudo está errado.
A oposição é a pedra.
A situação é a vidraça.
A base aliada joga junto quando
interessa e joga contra quando não interessa, tão simples assim.
Governo e oposição, dois lados da mesma
moeda que dificilmente caminham na mesma direção. O interesse de um
desinteressa o outro, e assim, governo e oposição, verdades e meias verdades,
chega a ser quase mentira. Mas, o que é quase, se “o quase sempre acaba”, diz
aquela canção.
A situação muitas vezes recorre a MPs
(Medidas Provisórias)
A oposição gosta de CPIs (Comissão
Parlamentar de Inquérito)
Duas forças opostas seduzidos pelo
poder.
Em tempo de eleições a situação (governo)
conta o que fez e a oposição conta o que faria se fosse situação, mas quando a
oposição passa a ser situação esquece tudo que falou quando era oposição.
E o povo, o povo... é mero figurante nessa
peça que a gente sempre sabe qual é o final.
A política é suja, não! A política não
tem nada a ver com o que está acontecendo, a política é uma ferramenta que pode
construir ou destruir, depende das mãos que a manipulam e a intenção pelo o que
ela é usada.
A política é limpa, são as mãos sujas
de muitos políticos que suja a política.
A máscara a cai por terra entre a ética
e a estética, a estética perfaz a face desfigurada do poder corrompido.
Enquanto a ética é algo distante, não se vê não se fala apenas se recorda que
existiu um tempo no tempo que era um tempo que se foi. Era uma vez...
Maquiavel já
havia afirmado, no século XVI, que a política tem pelo menos duas caras. A
que se expõe aos olhos do público e a que transita nos bastidores do
poder.
Luiz Carlos de Proença
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado por deixar seu comentário, visite outras vezes